Blog

Prezados leitores,

Inicio este blog com o texto escrito por uma cliente, que relatou por experiência o seu convívio com a artrose:

"Falar sobre artrose é, para mim, falar um pouco da minha vida. Desde muito pequena lembro de freqüentar, com a minha mãe, o setor de ortopedia do Hospital das Clínicas. Até hoje, ao passar por ali, o cheiro de gesso entra pelos meus poros e me remete ao passado.

Tive luxação congênita e, desde criança, estive envolta em tratamentos – fui engessada, usei aparelhos ortopédicos, botinhas, estas coisas. Não podia correr como meus amigos e participar da aula de educação física na escola era um esforço. Sempre tinha que explicar que isto ou aquilo eu era proibida de fazer...

Cresci e minha vida tornou-se “quase” normal. Estudei, viajei e durante alguns anos fiquei sem visitar ortopedistas – o que para mim era simplesmente maravilhoso. Desde muito pequena, os médicos do HC diziam para a minha mãe: – Quando ela engravidar terá problemas.

Cresci ouvindo isso e sabia que não poderia ser mãe. Minha bacia sofreria com o impacto da natural abertura que se dá durante a gestação. Mas eu tentei. Engravidei aos 30 anos de idade e a profecia dos médicos do HC se cumprira: no terceiro mês de gravidez já comecei a sentir muitas dores.

Na época trabalhava como repórter em um jornal diário, em Guarulhos. Tive que tirar licença médica até minha filha nascer. As dores eram fortes e eu poderia perdê-la caso continuasse com as atividades profissionais, que me obrigavam a circular pelas ruas daquela cidade.

A Natália nasceu em 1989. Linda, saudável, maravilhosa. E, mesmo tendo feito cesariana, meu fêmur foi afetado. Adquiri artrose bi-lateral e, a partir daí, iniciou minha saga em médicos, fisioterapeutas e RPGs, tratamentos aliados a anti-inflamatórios diversos. Nunca tive o prazer de passear com minha bebê no colo. Sentia dores muito fortes e tinha medo de derrubá-la.

O tempo foi passando e minha coragem em realizar um procedimento cirúrgico era nula. Para ser muito sincera, eu fugia de ortopedistas. Porque sabia que todos eles tinham um único diagnóstico: cirurgia. Vivia com muita dor e já não andava, me arrastava. Tudo era difícil: andar, trabalhar e fazer as mínimas coisas cotidianas. Às vezes cozinhava sentada...

Um dia, trabalhando em um outro jornal, também em Guarulhos, fui convocada para fazer uma matéria com o ortopedista que havia feito o primeiro transplante ósseo da América Latina. Ele faria uma palestra na Universidade de Guarulhos. Era 1997. Fui para o HC, junto com o fotógrafo, entrevistar o doutor José Otávio Correard Teixeira.

Gostei dele de imediato: além de jovem, muito simpático e inteligente, percebi que era um profissional de primeira linha. Exatamente aquele profissional em que se pode confiar a saúde em casos graves e delicados, como o meu...

Sabia que um dia iria procurá-lo. E assim o fiz, um ano depois, quando a situação já ultrapassava os limites do suportável. Mas, antes de passar em seu consultório, visitei uns cinco ou seis profissionais. Para cada um abri uma ficha (destas fichas de arquivo...). Fazia uma pequena entrevista. Depois fiz um balanço do que cada um dizia da operação, do pós-operatório, da recuperação e das chances de ter, enfim, uma vida normal.

No primeiro médico, já percebi a gravidade da situação. Entrei no consultório e contei minha história. Ele mandou eu fazer uma chapa ali mesmo. Quando olhou a radiografia, ficou com cara de espanto e, muito sério, declarou: – Só acredito que esta chapa é de alguém que está andando, porque você entrou aqui agora. Se um colega me mostrasse, com certeza, eu diria que pertence a uma pessoa que está entravada na cama há muitos anos.

Percebe como estava meu fêmur? Todo carcomido. A cabeça do fêmur não tinha cartilagem. Daí as dores insuportáveis! Como já relatei, passei por vários ortopedistas do meu convênio e ouvi o mesmo diagnóstico: cirurgia, o mais depressa possível...

Só depois de “entrevistar” a todos, eu marquei uma consulta no consultório do Dr. José Otávio. No fundo já sabia que só com ele teria coragem de operar... Lá, as perguntas se repetiram (o meu questionário básico) e gostei como ele conduziu minhas dúvidas, medos e perspectivas de melhora pós-cirúrgica. Mostrou-me até um livro com detalhes da cirurgia (quase desmaiei de medo, por sinal). Outro detalhe que gostei muito: ele foi o único a falar que meus ossos eram finos e daí, a necessidade de uma prótese específica (importada), adequada à minha ossatura. Nem um outro havia feito este comentário. Daí que, caso me colocassem uma prótese comum, os ossos poderiam não suportar...

Vencido o pavor, marquei a cirurgia. Estava com os exames prontos, já afastada do jornal e até com muletas e cadeira de banho alugadas... Tudo pronto, não fosse o convênio me aprontar uma boa. Na hora da internação (na recepção do hospital) fiquei sabendo que o convênio não pagaria a prótese (uma nota!). Eles já me haviam autorizado e, na hora H pularam fora. Voltei pra casa, de mala e cuia, pronta para resolver este impasse.

Depois de cartas, conversas e ameaças, o convênio me garantiu as duas próteses. Tudo certo. Operei o fêmur esquerdo em outubro de 1998 e o direito em janeiro de 1999. Não foi nada fácil. Em especial a segunda operação.

Hoje, passados 7 anos e meio, minha vida é praticamente normal. Mas tenho restrições: caminhar e ficar em pé por muito tempo, dirigir muito... Deveria estar bem magrinha (e estou bem gordinha!!!) para adiar um pouco mais as futuras intervenções cirúrgicas (a prótese deverá ser trocada dentro de alguns anos. Infelizmente ela vai gastando com o uso e com o tempo).

Se soubesse que minha vida seria tão melhor pós-cirurgia, não teria esperado tantos anos para operar. Por outro lado, se não esperasse, também não teria conhecido o médico certo, aquele que me forneceu profissionalismo e confiança. Nada acontece por acaso. E eu acredito nisso.

T. F.”

Prezados leitores,
Muito se tem falado no campo dos problemas de coluna, que hoje encontram soluções eficazes e tremendamente seguras.
Por isto, quero compartilhar com vocês algumas informações:
Os problemas da coluna geradores de dor são fundamentalmente geradores de piora da qualidade de vida e da estética corporal.
A coluna geralmente começa a dar sinais de problemas no auge da vida produtiva, logo após os 35 anos causando muitas vezes uma diminuição na capcidade laboral do indivíduo muitas vezes atrasando etapas cruciais no desenvolvimento profissional do indivíduo.
As soluções de que se pode dispor hoje são soluções modernas, eficazes e de recuperção extremamente rápida.
O conceito crucial de detecção da degeneração do disco intervertebral precocemente e possíveis opções de tratamento em seus estágios iniciais são fundamentais para disponibilizar a cura através de procedimentos minimamente invasivos (pouquíssima invasão do corpo, mínima remoção de partes do corpo , mínima alteração da anatomia , mínima ou nenhuma cicatriz.
Os procedimentos minimamente invasivos, disponíveis hoje usam recursos de altíssima tecnologia através dos quais se pode intervir no disco intervertebral sem a necessidade de incisão e com anestesia local. O procedimento para tratamento de hérnia de disco é feito com alta no mesmo dia.
Soluções ortobiológicas trazem integração perfeita entre o osso e materiais de implantes propiciando as mais altas taxas de fusão e os melhores resultados clínicos.
Substitutos artificiais de enxerto ósseo mimetizam os componentes de um enxerto ósseo autógeno através de uma reprodução (cópia) da matriz óssea.
Esse recurso aliado ao uso de células tronco do prórprio paciente revolucionam hoje o tratamento das afecções da coluna vertebral.
Seguindo a linha de "tratamento oportuno" , isto é, o tratamento adequado para o preciso momento evolutivo de cada problema, existem ainda as opções com preservação do movimento, seja através de prótese de disco e também com instrumentos de estabilização dinâmica posterior da coluna (instrumentos que reforçam as estruturas ligamentares da coluna, mas são móveis e portanto permitem os movimentos da coluna).

Tripé:
- detecção precoce
- métodos minimamente invasivos
- instrumentais e materiais ortobiologicos



Qual dos alimentos abaixo possui mais cálcio?
Brócolis
Carne
Frango
Peixe
 
“Este site foi criado por uma liberalidade do Dr. José Otávio Correard Teixeira. Ele contém informações para pessoas comuns, baseadas no conhecimento científico e na experiência do Dr. José Otávio Correard Teixeira ao longo de mais de 15 anos na prática da cirurgia ortopédica. E visa difundir informações bem como propiciar a troca de experiências entre aqueles que o acessarem. O indivíduo bem informado faz melhores escolhas para sua saúde.”

Artrose-Osteoporose © 2006| Site produzido por WEBMaker